quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Um parque, muitas atrações: Visita monitorada - CooperTextil

Um passeio pela história da indústria têxtil em São José*




Os antigos galpões da Tecelagem Parahyba, fundada em 1925 e que entrou em falência na década de 90, hoje abriga uma cooperativa de trabalhadores, a CooperTextil, que tem como presidente Paulo Roberto Palmeira. As instalações ficam no Parque da Cidade, mas para ter acesso aos galpões é necessária autorização prévia. 



A maioria das pessoas acha que a tecelagem produz apenas cobertores. Por muito tempo esse foi o principal produto da fábrica, entre as décadas de 50 e 70.



 Nessa época, foi composta a música que embalou os sonhos de muitas crianças: “Já é hora de dormir, não espere a mamãe falar. Um bom sonho para você e um alegre despertar”.



Hoje, a CooperTextil produz diversos itens. Além do material para cobertores, os cooperados produzem gazes para uso hospitalar, coletes para policiais e até revestimento interno de aeronaves.






A cooperativa conta com um acervo de máquinas trazidas para o Brasil no início do século passado, de navio, entre elas uma desfibradeira, vinda do Japão, na década de 30, e outra importada da Alemanha Nazista, na década de 40 (as clicadas abaixo fazem parte do acervo geral da cooperativa e têm origem variada).





Segundo o presidente Paulo Roberto Palmeira, “o conjunto vai integrar o Museu da Indústria, um projeto que pretende contar e mostrar um pouco da história industrial da cidade”.


O que muitos não sabem é que esse passeio pelas instalações da antiga Tecelagem Parahyba está aberto para grupos, basta agendar com o Paulo Palmeira pelo telefone: (12) 3921-8477. O endereço principal é a Rua Maceió, 250, Vila Terezinha, mas também se pode acessar os galpões a partir do Parque Roberto Burle Marx. Só não se esqueça da autorização.
*Participaram desta fotorreportagem: Ana Beatriz Mathioli, Ana Carolina de Jesus, Diego Bernardo, Evelyn Santos, Julia Laurindo, Larissa Naiade, Nathalia Leite e Roseni Santos.  




quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Um parque, muitas atrações: Espaço 4 patas

Como parte da Oficina de Blog foi desenvolvido um exercício no Parque Roberto Burle Marx (Parque da Cidade), em que os nossos atendidos aplicaram conceitos relacionados a fotografia, fotojornalismo e reportagem estudados nas aulas. A seguir postamos uma das fotorreportagens realizadas. Nas próximas semanas serão publicadas outras matérias que também fazem parte da série “Um parque, muitas atrações”*, na qual adolescentes surdos mostram lugares interessantes para visitar no parque.

Espaço 4 patas
Também conhecido como “Parque Canino”, é um local dentro do Parque da Cidade reservado para quem tem cães, mas não tem espaço para interagir com eles em casa. Lá, as pessoas podem passear, treinar e brincar com seus cachorros nos brinquedos adaptados. A área possui infraestrutura completa, com bebedouro, bancos, “pipi dog” e lixeiras específicas para dejetos dos animais.



Para utilizar o local é preciso seguir algumas regras: apresentar carteira de vacinação do animal e preencher um cadastro na entrada. Os animais precisam estar saudáveis, sem carrapatos ou pulgas. Os cães bravos ou potencialmente perigosos precisam usar coleira, focinheira e guia. Os donos dos cães são responsáveis por tudo o que os animais fizerem dentro do local.
Quem toma conta do local é Cícero Alves, de 44 anos. Ele comenta que "as pessoas gostam muito de vir neste parque porque em casa tem pouco espaço e trazem os cachorros aqui para desestressar''. Aos sábados e domingos, cerca de 280 cães usam o espaço.
Ao chegar e sair do local, o cachorro deve usar coleira e, se necessário, focinheira, além da guia. Não é permitido transitar com os animais no parque.
 O Espaço 4 Patas fica aberto de terça a domingo das 8h às 18h.

*Participaram desta fotorreportagem: Ana Beatriz Mathioli, Ana Carolina de Jesus, Diego Bernardo, Evelyn Santos, Julia Laurindo, Larissa Naiade, Nathalia Leite e Roseni Santos.  

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Dia das Crianças na AADA

Jovens voluntários levam alegria e presentes a crianças da AADA




A manhã desta terça-feira, 11, na Associação de Apoio ao Deficiente Auditivo (AADA), foi simplesmente inesquecível. Na véspera do Dia das Crianças, um grupo de jovens voluntários de uma escola profissionalizante de São José dos Campos resolveu fazer da data uma oportunidade de se aproximar da comunidade surda, especialmente crianças e jovens da instituição, com a distribuição de presentes, doces, sorrisos e afeto. O evento reuniu aproximadamente 35 atendidos, sem contar amigos e familiares.




A iniciativa foi de Erika de Souza Bueno, coordenadora pedagógica da MicroPRO (localizada próximo à AADA, na Avenida São José, 607). “A AADA desenvolve um trabalho muito sério e importante para a cidade, e eu confio muito no olhar das ONGs para o outro, para a sociedade em geral. Eu queria conscientizar os jovens sobre a importância de ajudar o próximo, tira-los da zona de conforto, foi então que decidimos fazer a doação dos presentes”.




Os brinquedos arrecadados durante uma campanha na escola foram carinhosamente separados em sacolas. Cada uma delas trazia o nome de uma criança ou jovem da AADA.




A entrega dos presentes foi feita durante o Momento LIBRAS - para pais e filhos, cujo conteúdo foi especialmente preparado para o Dia da Criança. “É importante ter eventos assim, as crianças ficam mais motivadas para participar das oficinas”, afirma a mãe Jéssica Silva. Para a mãe Edna Maria, ações voluntárias como a dos alunos da MicroPRO, “ajudam a divulgar o trabalho da AADA e incentivam outras pessoas a se tornarem voluntárias”.




Para os estudantes, a doação dos presentes também foi gratificante. “Foi muito legal ter contato com eles. É importante para que nos tornemos profissionais melhores”, disse a jovem Camily Jesus Baptista, 13 anos. A tentativa de comunicação com as crianças surdas fez despertaram o interessa de Tatiane Alves a aprender mais sobre a língua de sinais. “Já tive contato com pessoas surdas, mas nunca tinha conversado. Quero poder aprender mais”, completou.










quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Sinais - Redes Sociais

A oficina de conteúdo para blog, que rola na AADA às quartas-feiras de manhã com os jovens, faz com que a galera conheça e reflita sobre os tipos de redes sociais virtuais disponíveis. O trabalho de pesquisa sobre esse sempre novo universo digital, com seus conceitos, símbolos e sinais, só está começando. Confira algumas das nossas criações: 

1. Blog





2. Post





3. Fotojornalismo